quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Antonio Cozido, Dança e Swing Afro-Baiano

Em entrevista exclusiva para o Desde, dançarino fala sobre carreira, cultura e realidade da dança na Bahia
Antonio Cozido: de jogador de futebol a criador do Swing Afro-Baiano. Foto: Raulino Júnior

O blog Desde que eu me entendo por gente completou seis anos em atividade no dia 1º de janeiro de 2017. Para comemorar a caminhada até aqui, estamos publicando uma série de entrevistas com pessoas que fazem Salvador acontecer. Homens e mulheres que dão a sua contribuição para a nossa cultura. Na última entrevista da série, o convidado é Antonio Cozido, dançarino, coreógrafo, ator, diretor e produtor cultural.

Antonio Cozido é o último entrevistado da série em comemoração pelos seis anos do Desde. Imagem: reprodução do vídeo

Antonio Cozido é formado em dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós-graduado em coreografia, pela mesma instituição. Com mais de 30 anos de carreira, ele já foi dançarino de Daniela Mercury e trabalhou com artistas de todas as gerações da Axé Music.  Nesta entrevista exclusiva que concedeu para o Sem Edicão, conteúdo audiovisual do DesdeCozido fala sobre o início de sua carreira, o seu processo criativo e de como elementos da cultura afro estão, naturalmente, nas coreografias que cria. Opina sobre o caráter midiático que a dança ganhou e sobre o fenômeno FitDance. O artista fala ainda de Swing Afro-Baiano, modalidade que criou, e reflete sobre a realidade da dança na Bahia. A sua participação no filme Cinderela Baiana, a origem do seu apelido e a dança como adereço também figuram na conversa: "As pessoas usam mais como pano de fundo, colocando bailarino para preencher o palco, para dar uma roupagem diferenciada na música, no trabalho, no show".

Assista, no vídeo abaixo, à entrevista com Antonio Cozido, no Sem Edição:

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Ildazio Tavares Júnior, Rádio e Entretenimento

Em entrevista exclusiva para o Desde, radialista fala de carreira, cultura baiana e negócios
Ildazio Tavares Júnior: um homem de negócios e do rádio. Foto: Raulino Júnior

O blog Desde que eu me entendo por gente completou seis anos em atividade no dia 1º de janeiro de 2017. Para comemorar a caminhada até aqui, estamos publicando uma série de entrevistas com pessoas que fazem Salvador acontecer. Homens e mulheres que dão a sua contribuição para a nossa cultura. O convidado de hoje é Ildazio Tavares Júnior, radialista, administrador, produtor cultural e empresário.

Ildazio Tavares Júnior é o sexto entrevistado da série em comemoração pelos seis anos do Desde. Imagem: reprodução do vídeo

Ildazio Júnior é um homem de negócios e do rádio. Formado em administração de empresas pela Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), ele atuou no ramo de bares, restaurantes e casas noturnas por mais de 30 anos. Boate Marrakesh, Rock in Rio Café, Tapioca, Divina, Foguetes e Padaria Bar são alguns dos empreendimentos que administrou. Paralelo a isso, ingressou no rádio e descobriu mais uma paixão na vida. Nesta entrevista exclusiva que concedeu para o Sem Edicão, conteúdo audiovisual do Desde, Ildazio fala sobre como começou a sua história no rádio, elenca os programas pelos quais passou, explica o perfil do Conectados (programa que apresenta na Rádio Excelsior FM, de segunda a sexta, das 13h às 14h) e analisa  a cena do rádio na capital baiana. Revela como foi a experiência de participar do reality show Hipertensão, da Rede Globo, em 2002, opina sobre a noite de Salvador, enfatizando o segmento de bares e restaurantes, e sobre o documentário Axé - Canto do Povo de Um Lugar, de Chico Kertész. No final, fala sobre os riscos de se deixar seduzir pelas tentações da indústria do entretenimento: "É quase que impossível resistir ao canto da sereia". 


Assista, no vídeo abaixo, à entrevista com Ildazio Tavares Júnior, no Sem Edição:

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Leno Sacramento, Bando de Teatro Olodum e Arte Engajada

Em entrevista exclusiva para o Desde, ator fala sobre o ingresso no Bando de Teatro Olodum, experiências artísticas e novos projetos
Leno Sacramento: transformação social através da arte. Foto: Raulino Júnior

O blog Desde que eu me entendo por gente completou seis anos em atividade no dia 1º de janeiro de 2017. Para comemorar a caminhada até aqui, estamos publicando uma série de entrevistas com pessoas que fazem Salvador acontecer. Homens e mulheres que dão a sua contribuição para a nossa cultura. O convidado de hoje é Leno Sacramento, ator, integrante do Bando de Teatro Olodum (BTO), produtor cultural, diretor, dramaturgo e youtuber.

Leno Sacramento é o quinto entrevistado da série em comemoração pelos seis anos do Desde. Imagem: reprodução do vídeo

Oriundo do bairro de Castelo Branco, em Salvador, Leno Sacramento ganhou o mundo ao ingressar no Bando de Teatro Olodum, grupo que promove discussões críticas acerca do negro na sociedade. Com talento, carisma e determinação, marcou o seu nome nas artes cênicas brasileiras, sempre promovendo questionamentos bastante significativos através de seu trabalho. Nesta entrevista exclusiva que concedeu para o Sem Edicão, conteúdo audiovisual do Desde, o ator fala sobre o seu ingresso no BTO, em 1996, da vivência no grupo, da polêmica envolvendo o espetáculo Cabaré da RRRRRaça, mesmo antes da estreia, e dos projetos que encabeça fora do Bando. Na conversa, Leno ainda reflete sobre o desafio de promover a formação de plateia em Salvador e sobre a indústria da cortesia (a prática de as pessoas irem ao teatro apenas quando ganham os convites). O artista comenta sobre os vídeos da Ouriçado Produções (seu canal no YouTube que ressignifica a expressão "humor negro") e sobre o espetáculo Eles Não Sabem de Nada, manifesto feminista de sua autoria. Sacramento revela os planos artísticos para 2017 e fala da razão da falta de patrocínio do BTO: "É difícil você patrocinar um grupo que fala sobre extermínio de jovens, opção sexual, racismo, igualdade… A gente não quer falar de outras coisas que não seja isso, porque foge do nosso propósito”.


Assista, no vídeo abaixo, à entrevista com Leno Sacramento, no Sem Edicão:


domingo, 29 de janeiro de 2017

Madá Negrif, Moda Afro e Empreendedorismo

Em entrevista exclusiva para o Desde, a estilista fala sobre o início de sua carreira na moda, responsabilidade social e o sucesso da Negrif
Madá Negrif mostra algumas de suas peças: identidade étnica e exclusividade. Foto: Raulino Júnior


O blog Desde que eu me entendo por gente completou seis anos em atividade no dia 1º de janeiro de 2017. Para comemorar a caminhada até aqui, estamos publicando uma série de entrevistas com pessoas que fazem Salvador acontecer. Homens e mulheres que dão a sua contribuição para a nossa cultura. Hoje, é a vez de Madá Negrif, designer de moda, estilista, empresária e fundadora da Negrif, marca que trabalha com afirmação da cultura negra.

Madá Negrif é a quarta entrevistada da série em comemoração pelos seis anos do Desde. Imagem: reprodução do vídeo

Madá começou a sua carreira no ramo da moda como sacoleira. O empreendimento deu tão certo que, em 2011, ela conseguiu fundar a sua loja física. Assim, nascia a Negrif, que, em pouco tempo, virou símbolo de resistência da cultura negra de Salvador. Nesta entrevista exclusiva que concedeu para o Sem Edicão, conteúdo audiovisual do Desde, a empresária fala sobre o seu início como sacoleira, o mercado de moda da Bahia, o sucesso e expansão da Negrif. Além disso, Madá reflete sobre a responsabilidade social que tem ao trabalhar com moda afro e sobre as discussões acerca de polêmicas envolvendo temas como apropriação cultural: "Cada um é livre para usar o que quer, o que acredita e o que se sente bem".

Assista, no vídeo abaixo, à entrevista com Madá Negrif, no Sem Edicão:


domingo, 22 de janeiro de 2017

Clarindo Silva, Cantina da Lua e Centro Histórico de Salvador

Em entrevista exclusiva para o Desde, coordenador do Projeto Cultural Cantina da Lua fala sobre fatos de sua vida, a luta para revitalizar o Pelourinho e aspectos da cultura salvadorense
Clarindo Silva em uma das mesas da Cantina da Lua: história viva do Centro Histórico de Salvador. Foto: Raulnio Júnior


O blog Desde que eu me entendo por gente completou seis anos em atividade no dia 1º de janeiro de 2017. Para comemorar a caminhada até aqui, estamos publicando uma série de entrevistas com pessoas que fazem Salvador acontecer. Homens e mulheres que dão a sua contribuição para a nossa cultura. O convidado de hoje é Clarindo Silva, coordenador do Projeto Cultural Cantina da Lua, empresário, produtor cultural, jornalista, compositor, chef de cozinha,  mestre em História da Bahia e escritor.


Aos 74 anos de idade, a vida de Clarindo Silva de Jesus se confunde com a história do Centro Histórico de Salvador (CHS). O simpático senhor que caminha pelas ruas do Pelourinho é um conhecedor nato de suas artérias, como ele próprio denomina as vias que levam ao famoso ponto turístico da cidade, tombado, em 1985, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), como Patrimônio Cultural da Humanidade. Nesta entrevista exclusiva que concedeu para o Sem Edicão, conteúdo audiovisual do Desde, Clarindo discorre sobre aspectos da cultura salvadorense, conta como arrendou a septuagenária Cantina da Lua, lista algumas personalidades que já passaram pelo local, lembra as homenagens que recebeu pelo trabalho que realiza, narra o infeliz episódio de preconceito racial de que foi vítima na infância, explica o motivo de sempre usar roupas brancas, fala da polêmica em torno de sua eleição como Rei Momo do Carnaval de Salvador, em 2008, e dos esforços que fez (e faz!) para revitalizar o CHS: “Os baianos precisam se apropriar do Pelourinho”.

Assista, nos vídeos abaixo, à entrevista com Clarindo Silva, no Sem Edicão:

Sem Edição| Clarindo Silva, Cantina da Lua e Centro Histórico de Salvador - Parte 1

Sem Edição| Clarindo Silva, Cantina da Lua e Centro Histórico de Salvador - Parte 2


Observação: por causa de um problema técnico bastante perceptível no final do primeiro vídeo, a entrevista teve que ser dividida em duas partes. Desde já, a produção do Sem Edição pede desculpas pelo inconveniente.

Agradecimentos especiais ao turista paulista Vitor Custódio, que auxiliou na produção do segundo vídeo. Obrigado, Vitor!


domingo, 15 de janeiro de 2017

Gilmelândia, Música e Projetos Sociais

Em entrevista exclusiva para o Desde, cantora fala sobre carreira, música nacional e o seu permanente desejo de ajudar o próximo
Gilmelândia: "A  música entrou num colapso". Foto: Raulino Júnior

O blog Desde que eu me entendo por gente completou seis anos em atividade no dia 1º de janeiro de 2017. Para comemorar a caminhada até aqui, estamos publicando uma série de entrevistas com pessoas que fazem Salvador acontecer. Homens e mulheres que dão a sua contribuição para a nossa cultura. A convidada da vez é Gilmelândia, cantora, compositora e apresentadora.

Gilmelândia é a segunda entrevistada da série em comemoração pelos seis anos do Desde. Imagem: reprodução do vídeo
Gilmelândia começou a cantar, profissionalmente, com 15 anos de idade. Aos 23, teve o desafio de assumir os vocais da Banda Beijo, grupo que lançou o cantor Netinho para o mundo. Nesta entrevista exclusiva que concedeu para o Sem Edicão, conteúdo audiovisual do Desde, ela fala sobre a sua passagem pela banda, sobre os planos para o carnaval deste ano, por que não gostou de ter gravado a música Maionese, os motivos que a fizeram desistir da candidatura como vereadora, pelo Partido da República (PR), nas eleições do ano passado, e opinou sobre o documentário Axé - Canto do Povo de um Lugar, de Chico Kertész.  A artista falou ainda sobre Axé Music, elogiou o trabalho do cantor e compositor Saulo Fernandes e criticou o atual momento da música brasileira: "Eu acho que a música entrou num colapso". 

Assista, nos vídeos abaixo, à entrevista com Gilmelândia, no Sem Edicão:

Sem Edição| Gilmelândia, Música e Projetos Sociais - Parte 1

Sem Edição| Gilmelândia, Música e Projetos Sociais - Parte 2

Observação: por causa de um erro operacional, a entrevista teve que ser dividida em duas partes. Sendo assim, infelizmente, um trecho, de, no máximo, dez segundos, em que Gilmelândia falou que o documentário Axé - Canto do Povo de um Lugar serve para os fãs do gênero matarem a saudade de uma época, foi perdido. Desde já, a produção do Sem Edição pede desculpas pelo inconveniente, embora não tenha sido nada que comprometesse a totalidade da entrevista.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Fernando Guerreiro, Fundação Gregório de Mattos e Políticas Culturais

Em entrevista exclusiva para o Desde, gestor fala sobre carreira, cultura baiana e os planos da fundação que preside para 2017
Fernando Guerreiro na sua sala na Fundação Gregório de Mattos: "Essa segunda gestão tende a perpetuar o que deu certo e tentar uma assinatura maior". Foto: Raulino Júnior
Por Raulino Júnior

O blog Desde que eu me entendo por gente completou seis anos em atividade no dia 1º de janeiro de 2017. Para comemorar a caminhada até aqui, publicaremos uma série de entrevistas com pessoas que fazem Salvador acontecer. Homens e mulheres que dão a sua contribuição para a nossa cultura. O primeiro da fila é Fernando Guerreiro. Além de produtor e diretor de teatro bastante renomado, Fernando é radialista e atual presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), órgão, vinculado à prefeitura de Salvador, que fomenta a cultura no âmbito municipal.

Fernando Guerreiro abre as comemorações pelos seis anos do Desde. Imagem: reprodução do vídeo

Prestes a completar 40 anos de carreira, nesta entrevista exclusiva que concedeu para o Sem Edicão, conteúdo audiovisual do Desde, Guerreiro falou sobre os planos para comemorar todos esses anos de trajetória no fazer artístico da cidade, fez uma análise contundente do teatro soteropolitano, refletiu sobre a experiência de dirigir o Arerê Geral (programa de auditório veiculado pela TV Bahia, em 2001), opinou sobre a Axé Music e sobre a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), pontuou a falta de diálogo entre a FGM e a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), falou sobre a ausência de crítica no cenário cultural e sobre os planos da FGM para 2017: "A primeira temporada foi de reorganizar. Agora, a gente fez uma grande reestruturação da equipe para começar a criar. Eu diria que essa segunda gestão tende a perpetuar o que deu certo e tentar uma assinatura maior. A gente tem que continuar a invadir a cidade com apoio, porque Salvador é muito mais do que Brotas e Centro; e Pituba e Rio Vermelho. Vamos continuar com a política de tombamentos, dando ênfase à educação patrimonial. O selo literário continua, os editais devem ser remodelados e o Viva Cultura vai atender ao mercado profissional". 

Assista, no vídeo abaixo, à íntegra da entrevista com Fernando Guerreiro, no Sem Edicão:


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